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03 | OUT
FIEMG revê projeção para a indústria

Após três anos de contração, o desempenho industrial de Minas Gerais começa a apresentar tendência positiva, é o que aponta a Pesquisa Indicadores Industriais da FIEMG (Index), divulgada nesta segunda-feira, 02/10. Os resultados fizeram a FIEMG rever suas projeções. O PIB que antes era de 0,76% foi revisto para 0,49% (em função de resultados da agricultura). O faturamento real da indústria foi revisto para cima, passando de 0,20 para 0,29%. A produção física antes projetada para 1,90% passa para 2,00%. No varejo restrito, que não inclui setor automotivo e construção, o dado estimado agora é de 0,29% ante o anterior de -0,20%.

Como destaques, a pesquisa indica a retomada do setor automotivo em quesitos como as horas trabalhadas na produção, além da utilização da capacidade instalada na indústria de Minas Gerais em agosto. É um setor que depende de disponibilidade de renda, queda de juros e crédito, diz o superintendente de Ambiente de Negócios, Guilherme Veloso Leão.

Os resultados no setor de máquinas e equipamentos também apontam para a recuperação porque estão ligados à investimentos. Embora apresente alguns números negativos, fica claro a retomada da atividade econômica no Brasil e em Minas Gerais, diz. Enquanto isso, o faturamento e o emprego registraram queda. O emprego industrial caiu pelo 11º mês consecutivo, indicando ritmo de recuperação mais lento do mercado de trabalho da indústria mineira em comparação com a retomada da economia nacional.

O faturamento da indústria recua no acumulado do ano, mas cresce na comparação com agosto de 2016. Em agosto, o indicador caiu 1,1%, considerando a série livre de efeitos sazonais. Comparando com o mesmo período do ano passado, houve crescimento de 4,0% e, no acumulado do ano até agosto (-1,1%). As horas trabalhadas na produção cresceram 1,3% em agosto, excluídos os efeitos sazonais, após registrar retração por dois meses seguidos. O emprego decresceu 0,2% em agosto, desconsiderando os efeitos sazonais. O índice acumula quedas de 5,7% no ano e de 5,3% nos últimos 12 meses.

Para Guilherme Leão, 2017 termina positivo, porém 2018 ainda é uma incógnita. Ainda existem riscos políticos e fiscais, mas a política macroeconômica do governo deu certo e a economia está saindo do fundo do poço, diz.

Fonte: fiemg




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